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segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Bienal de São Paulo foca na incerteza



Bienal de São Paulo foca na incerteza

Em sua 32ª. edição, o evento, que será aberto ao público na quarta-feira, reúne mais de 80 artistas convidados de vários países e é marcado pela forte presença feminina.
Por César Alves

Tendo como tema Incerteza Viva, a Bienal de Artes de São Paulo será aberta oficialmente ao público nesta quarta-feira. Em sua 32ª. Edição, a mostra enfoca as noções de “incerteza” e “entropia” a fim de refletir sobre as condições atuais da vida e as possibilidades oferecidas pela arte contemporânea para abrigar e habitar incertezas.
Resultado da pesquisa iniciada em março de 2015, a lista final apresenta uma seleção de participantes oriundos de 33 países e é marcada pela forte presença feminina – são mulheres mais da metade dos artistas convidados –, artistas nascidos após 1970 e de projetos comissionados, produzidos para o contexto da exposição.
A curadoria é de Jochen Volz, mas conta também com a co-curadoria de Gabi Ngcobo (África do Sul), Júlia Rebouças (Brasil), Lars BangLarsen (Dinamarca) e Sofía Olascoaga (México), e acontece de 07 de setembro a 12 de dezembro no Pavilhão Ciccillo Matarazzo.
A exposição, inaugurada hoje em evento fechado para a imprensa, reúne mais de 80 convidados, entre artistas e coletivos, será tema do Cenário das Artes da edição impressa da revista Cenário que circula nas próximas semanas.


Serviço:
32ª. Bienal de São Paulo – Incerteza Viva
Local: PAVILHÃO DA BIENAL • PARQUE DO IBIRAPEURA, PORTÃO 3, SÃO PAULO – SP



sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Ivald Granato – Caixa Cultural – Brasília



Brasília recebe mostra de Ivald Granato na Caixa Cultural

Pioneiro das artes performáticas no mundo, exposição oferece um resumo de seus 50 anos de carreira.
Por César Alves

Dotado do espírito contestador das vanguardas artísticas e do ímpeto provocativo da arte experimental que rompia com as convenções nos anos 60 e 70, Ivald Granato está ao lado de nomes como Hélio Oiticica e Lýgia Pape na história da arte brasileira. Considerado pioneiro na arte performática mundial, Granato é tema da exposição Registro, Arte, Performance, em cartaz no espaço Caixa Cultural de Brasília.
A mostra, que já passou por São Paulo, faz um resumo dos 50 anos de carreira do artista, reunindo pastas-objeto, fotos originais, cartazes, roupas e acessórios usados em performances, ampliações fotográficas, livros, textos, estudos e vídeos.
O artista ganhou notoriedade internacional com suas apresentações e intervenções inesperadas realizadas em espaços públicos, que uniam pintura, musica e teatro, tendo sempre o vídeo e na fotografia como instrumento de registro. Performances como O urubu eletrônico, realizada no Theatro Municipal de São Paulo em 1976, e Mitos vadios, de 1978, se tornaram históricas.

Reunindo 130 obras de Granato, o s trabalhos mostram uma mistura de diferentes modalidades de arte – dança, música, pintura, teatro, escultura e literatura – como um desafio às classificações habituais, colocando em questão a definição de arte.


Serviço:
Ivald Granato – Registro, Arte, Performance
Local: Caixa Cultural – Brasília
Endereço: SBS – Quadra 4 – Lotes 3/4 – Brasília – DF
Até 4 de setembro.
Entrada Gratuita.





Mondrian e o Movimento De Stijl – CCBB – Belo Horizonte - MG



Mondrian e o Movimento De Stijl chega a Belo Horizonte

Depois de passar por São Paulo e Brasília é a vez de Belo Horizonte receber a exposição Mondrian e o Movimento De Stijl.
Por César Alves

Desde já entre as melhores e mais importantes mostras no calendário das artes visuais de 2016, a exposição não só celebra a obra de um dos mais importantes artistas do século XX, o holandês Piet Mondrian (1872-1944), como também um momento histórico em que artistas ousaram o sonho utópico de um novo mundo, guiados pela simplicidade plástica das formas e cores primárias, em resposta aos horrores da Primeira Guerra Mundial e a sociedade mecanizada.
Oportunidade rara de ver de perto alguns dos quadros emblemáticos de Mondrian que revolucionaram a arte moderna, fundando as bases do neoplasticismo, mas também de acompanhar a evolução criativa e estética que passa começa na figuração, flerta com o cubismo, até abandonar definitivamente toda e qualquer representação plástica realista da natureza e aderir às formas básicas das linhas, espaços e cores primárias (vermelho, azul e amarelo) e não cores (preto, branco e cinza) de uma nova abstração. A mostra reúne 30 trabalhos de Mondrian que passam por todas as fases do pintor.
Mas Mondrian não é estrela solitária a brilhar na exposição do CCBB.

Mondrian e o Movimento De Stjil também apresenta pinturas, desenhos de arquitetura, maquetes, mobiliário, documentários, publicações de época e fotografias de artistas do movimento da vanguarda moderna holandesa.
Conhecido como De Stijl (O Estilo), o movimento começou como uma revista em 1917, tendo Mondrian entre seus idealizadores, num núcleo que reunia pintores, designers e arquitetos. Esses artistas elaboravam um tipo de “arte total”, usando cores primárias para criar obras sem restrições, claras e limpas, como eles imaginavam o futuro, conforme atestam os cartazes, projetos arquitetônicos e mobiliários que também fazem parte da mostra.





Serviço:

Mondrian e o Movimento De Stjil
Local: Centro Cultural Banco do Brasil – Belo Horizonte
Endereço: Praça da Liberdade, 450, Funcionários
Telefone: (31) 3431-9400.
De quarta a segunda-feira, das 9h às 21h.
Até 26 de setembro.






sexta-feira, 8 de julho de 2016

Exposição - Elas, Mulheres Artistas no acervo do MAB



Elas no MAB

Celebrando a participação feminina na história da arte brasileira, o Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB-FAAP) realiza, a partir de 18 de abril, a exposição Elas. Mulheres Artistas no acervo do MAB.

Reunindo 82 obras, criadas por 64 mulheres artistas dos séculos XX e XXI, que deixaram marcas na história da arte nacional e internacional. Entre elas, Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Noemia Mourão, Djanira, Marina Caram, Mira Schendel, Tomie Ohtake, Geórgia Kyriakakis, Anna Maria Maiolino, Carmela Gross, Teresa Nazar, Mary Vieira e Maria Bonomi, entre outras.
Com curadoria de José Luis Hernández Alfonso e Laura Rodríguez, a mostra busca evidenciar que no universo das artes não é o fator gênero que define os atributos artístico-estéticos das obras e sim o potencial criativo de quem as executa.
O leque de formatos, técnicas e estilos abordados inclui como pintura, gravura, desenho, escultura, objeto, fotografia e vídeo.
A exposição fica em cartaz até dezembro na Sala Annie Alvares Penteado.


Serviço:
Elas. Mulheres Artistas no acervo do MAP
Fundação Armando Alvares Penteado - Museu de Arte Brasileira
Rua Alagoas, 903 Prédio 1 Higienópolis São Paulo SP
(11) 3662 7198 | www.faap.br/museu